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Encontro de 16 de fevereiro de 2013

Com o enriquecimento das diversas referências a outros escritos wildianos, como o teatro, a poesia, as epístolas e outros, os membros do Sempre um Livro tiveram a oportunidade de curtir uma boa discussão sobre O retrato de Dorian Gray no último sábado. Não foram deixadas de lado, outrossim, as adaptações cinematográficas deste romance e da vida de Wilde.

Impossível deixar de notar que a vida do escritor é quase tão envolvente quanto sua literatura, e foi tema de diversos comentários ao longo do encontro. Além disso, falou-se do tema da Estética em Oscar Wilde, tão bem expressa na obra lida ao longo do último mês; da qualidade literária da mesma; e das possíveis relações entre esta e outras obras.

Mais um aspecto a destacar: o debate sobre o problema da tradução teve lugar mais uma vez. Uma prova de que os membros do Sempre um Livro têm construído um diálogo criativo e constante, ao longo de seu tempo de atividade. No primeiro encontro de 2012, sobre o livro Fausto, de Goethe, um intenso debate sobre este mesmo problema foi colocado, e a questão certamente continua ecoando.

VOTAÇÃO

Bullying

Em concorrência com A negação da morte (Ernest Becker) e Elogio da loucura (Erasmo de Roterdã), foi eleito o texto de Sônia Maria de Souza Pereiraintitulado Bullying e suas implicações no ambiente escolar.

Mais uma vez, portanto, os integrantes deste Grupo de Leituras terão a oportunidade de refletir temas concernentes à temática da Educação.

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Encontro de novembro de 2012

O principal aspecto que me levou à indicação d’O Alienista, de Machado de Assis (como falei no texto A indicação de O Alienista), foi o que gerou, de fato, as mais acaloradas discussões no encontro do último sábado. Tanto a “produção da loucura” quanto o “jogo de poder dos saberes” foram temas debatidos, acrescidos da percepção de uma crítica, na obra, a certa estrutura social. Temas pesados e polêmicos que nos levaram a boas reflexões, quase avançando o horário estipulado para fim da reunião. Foi enriquecedor, sem dúvida.

 

CARTAS

O novo método de circulação de cartas entre os membros do grupo já começou a funcionar, com a entrega das cartas do Ailton (relativas ao O fazedor) e de cartas do Rogério (sobre Sagarana).

 

VOTAÇÃO DE OBRA PARA DEZEMBRO/2012

Foi eleita a obra Sentimento do Mundo (Carlos Drummond de Andrade), que concorreu com A queda de um anjo (Camilo Castelo Branco), Aprender a viver (Luc Ferry), e Gitanjali (R. Tagore).

 

OBRA “DO ANO”

Há a ideia de eleger, a cada ano, neste período, uma obra mais extensa para ser lida no período de final e início de ano e debatida nos primeiros meses do ano seguinte. Em 2012, contudo, devido à greve das Universidades federais, a maioria dos membros do Sempre um Livro permanecerá na correria cotidiana nestes meses, com a reposição de aulas. Assim, nossos encontros seguirão normalmente e, paralelo a eles, faremos a leitura do livro Crônica da Casa Assassinada, de Lúcio Cardoso, eleita para ser discutida em maio e junho de 2013.

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Encontro de outubro/2012

Se a obra O fazedor (El hacedor), primeira do tipo híbrido (poemas e contos) produzida pelo argentino Jorge Luis Borges (1899 – 1986), pode ser considerada “porta de entrada ao denso (e, por que não, algo mitificado) universo literário de seu autor”, deve-se dizer, conforme os diálogos do último sábado, 13 de outubro de 2012, que logo no hall de entrada deste universo encontram-se envolventes exemplares da coleção do escritor: o infinito, os labirintos, os espelhos, as fantasias…

Ao que parece, a leitura serviu para lançar os membros do Sempre um Livro em diversas reflexões, entre elas a da beleza literária de sínteses bem produzidas. A certeza que fica é que todos ainda lerão muitos textos de Borges!

VOTAÇÃO

Por unanimidade, foi eleita a obra O alienista, de Machado de Assis.

Figuraram na eleição os seguintes livros, além do eleito: O poeta fingidor, de Fernando PessoaNoites brancas, de Fiódor Dostoiévski; e A rua dos cataventos, de Mario Quintana.

CARTAS

Os membros do Sempre um Livro têm o singelo costume de estabelecer uma circulação de cartas (como na tradição, manuscritas) acerca das obras discutidas. Assim, encontram a oportunidade de abordar, com mais vagar, questões que escaparam aos diálogos nos encontros presenciais.

Entretanto, demoras nas entregas das cartas fizeram com que o método fosse repensado. Agora, em substituição ao prazeroso recebimento de cartas via Correios, estabeleceu-se o seguinte método, que tem a vantagem de garantir maior proximidade do recebimento dos manuscritos com o encontro relativo à obra sobre a qual tratam:

1) O membro “anfitrião” (aquele que foi o responsável pela indicação da obra eleita), no encontro seguinte ao da discussão de sua obra, entrega em mãos a todos os membros uma cópia de uma carta, endereçada à generalidade do grupo;

2) No encontro subsequente, todos os membros devem entregar ao primeiro remetente (com cópias aos demais membros) uma resposta-comentário.

Desta forma, em dois encontros após aquele relativo à obra, todos terão os comentários escritos de seus colegas em mãos, evitando extravios como os já ocorridos.

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Obra eleita – Abril 2012

Em decorrência do recesso da Semana Santa, o encontro da obra lida no mês de março, que seria no dia 7 de abril, foi adiado para dia 14. Por conta desta alteração, o Sempre um Livro optou por fazer a votação da obra de Abril antecipadamente, por email, para que não houvesse prejuízo no tempo de leitura. E eis o resultado:

Morangos Mofados

A obra eleita é de Caio Fernando Abreu, título: Morangos Mofados. Indicação feita pela Raquel. Curiosamente, a obra também já havia sido indicada, há alguns meses, pelo Rogério.

Além desta, foram indicadas as seguintes obras: Hamlet (Shakespeare), Eclipse de Deus (M. Buber), Obrigado por fumar (C. Buckley) e A hora da estrela (C. Lispector).

Em breve, a “anfitriã” Raquel deverá postar aqui no blog comentando tanto o autor quanto a obra eleita.

Até mais, e boas leituras!

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