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Encontro no Labirinto da Sobremodernidade – 01/09/12

A fim de discutir a obra de Georges Balandier, O dédalo: para finalizar o século XX“, reuniu-se nesta tarde, enfrentados os contratempos, o grupo de leituras Sempre um Livro.

No texto do francês Balandier, havia matéria-prima para discutir e refletir as mais diversas facetas da realidade da chamada “sobremodernidade” e, portanto, a discussão seguiu um ritmo intenso, passando por diversos temas, e acaloradas argumentações.

Dos enfrentamentos da hiperespecialização na modernidade (com referências ao também francês Edgar Morin), a análises das possibilidades de leitura da metáfora do Dédalo, do Labirinto e etc na obra, uma tarde de reflexão sobre a contemporaneidade foi o que o livro do mês proporcionou.

Política, meio acadêmico, educação, religiosidade… Do complexo texto de Georges Balandier, algumas ideias puderam ser debatidas e, assim, os membros do Grupo puderam munir-se da análise daquele antropólogo a fim de melhor enfrentar esta sobremodernidade.

Votação

ImagemSituação peculiar ocorreu na votação da obra. Tivemos um empate, sendo que quatro membros estavam presentes no encontro. Assim, no momento em que procedíamos a tentativas de solucionar o impasse por meio de uma propaganda intensa das obras empatadas pelas respectivas partes, o membro Rogério ligou e, assim, acabou por ser o responsável pelo voto de Minerva, elegendo a obra de Jorge Luis Borges, “O fazedor“, indicada pelo Ailton. Concorreram, ainda, as seguintes obras: “Ética“, de Frei Betto, Eugenio Barba e Jurandir F. Costa; “A hora dos ruminantes“, de José J. Veiga; e aquela responsável pelo empate, “Como falar dos livros que não lemos?“, de Pierre Bayard.

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