Arquivo do dia: 17 de julho de 2014

Onde está Shakespeare? (R. Gurgel)

O texto apresentado no link abaixo, de autoria de Rodrigo Gurgel e publicado no Jornal Rascunho, é uma crítica (redigida em 2009) à retomada das traduções de Carlos Alberto Nunes do Teatro Completo de Shakespeare.

O texto é interessante especialmente por apontar a disparidade entre uma tradução demasiadamente rebuscada para o estilo que, ao que parece, o próprio Shakespeare teria tentado imprimir em suas peças: algo que dialogasse mais facilmente com o público.

 

Tradução anacrônica e equivocada transforma as peças de Shakespeare em textos quase ilegíveis e aborrecidos

 

Segue o texto para apreciação:

http://rascunho.gazetadopovo.com.br/onde-esta-shakespeare/

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O processo (Franz Kafka) – PDF

Para quem tem interesse, seguem duas versões da obra O processo, de Franz Kafka, em PDF:

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Recepção de Kafka no Brasil

Em meio aos preparativos para o próximo encontro do Grupo de Leituras Sempre um Livro, que terá como alvo das discussões o livro O processo de Franz Kafka, segue o link para um interessante artigo que trata da recepção editorial e as traduções de Kafka no Brasil:

Kafka no Brasil: 1946-1979 (Denise Bottmann)

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Encontro de 16 de julho de 2014

Fora do padrão do grupo, reuniram-se nesta quarta-feira os membros do Sempre um Livro com o intuito de conversarem sobre o texto de Shakespeare, Rei Lear.

Como, também de forma inédita, a discussão prosseguia com o mesmo autor pelo segundo mês consecutivo, não houve a necessidade de retomada dos seus dados biográficos, porque eles já haviam sido apresentados pelo anfitrião do encontro sobre Hamlet naquela oportunidade (e estão colocados no texto Apontamentos biográficos: William Shakespeare). Desta vez, portanto, houve a oportunidade de elucidar um pouco a teoria polêmica sobre o fato de “William Shakespeare” ser, na verdade, um pseudônimo de outro escritor…

Falou-se um pouco da “pré-história” do Rei Lear, suas origens literárias e históricas e as possíveis fontes de Shakespeare para a redação da peça.

Por fim, o roteiro da tragédia tomou conta das discussões, sendo pacífica a admiração de todos pela intensidade da história.

VOTAÇÃO

Encerrada a discussão, o grupo passou à votação da próxima leitura, sendo concorrentes os seguintes títulos:
“Bartleby, o escriturário” (Herman Melville)
“Apologia de Sócrates” (Platão)
“Memória de Elefante” (António Lobo Antunes)

E a obra vencedora da votação, para o anfitrionato inédito da Rita: “O processo” (Franz Kafka)

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